Em alusão à Semana Mundial de Amamentação (SMAM), o Instituto de Perinatologia da Bahia (Iperba) promove nesta quarta (2) e quinta-feira (3) uma exposição no shopping Tri Center (Pituba Parque Center). O objetivo da ação é chamar a atenção do público para a importância da amamentação na sociedade, assim como mostrar os benefícios que o leite materno trás para o bebê. A SMAM 2017 tem como tema "Sustentar a Amamentação Juntos". O intuito este ano é mostrar que as ações individuais somadas podem resultar nos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável que os países do mundo se comprometeram a alcançar em 2030. De acordo com o Ministério da Saúde, com o leite materno, o bebê recebe anticorpos da mãe para proteção contra diarreia e infecções, além de diminuir o risco de alergias, colesterol alto, diabetes e obesidade. A amamentação é ainda importante para o desenvolvimento da face da criança, para que ela tenha dentes fortes, desenvolva a fala e tenha uma boa respiração.
ACS GILTAMAR RIBEIRO Ser agente comunitário de saúde é, antes de tudo, ser alguém que se identifica, em todos os sentidos, com a sua própria comunidade, principalmente na cultura, linguagem, costumes; precisa gostar do trabalho. Gostar, principalmente, de aprender e repassar as informações, entender que ninguém nasce com destino de morrer ainda criança ou de ser burro.
sábado, 5 de agosto de 2017
quarta-feira, 2 de agosto de 2017
'Primeira vacina do bebê': Especialista reforça que nenhuma fórmula substitui leite materno
Padrão ouro na alimentação infantil. Essa é a classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS) e do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) para o leite materno. As duas entidades recomendam a amamentação imediata após o nascimento e o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de vida do bebê. Após o primeiro semestre, deve-se incluir alimentos nutritivos como complementação ao leite. Posteriormente, até os 2 anos de vida da criança, o leite materno deverá servir como complemento à alimentação. "Qualquer outro leite que for usado em substituição ao leite materno vai fugir desse padrão ouro. As fórmulas que existem no mercado são à base de proteína de uma outra espécie e há uma tentativa de adaptá-las para os seres humanos filhotes, os bebês. É óbvio que essa adequação é muito difícil de ser feita e uma fórmula jamais vai trazer os fatores imunológicos, que só estão presentes realmente no leite fresco da própria espécie", afirmou a pediatra e neonatologista Ana Paz. Além de alimento, o leite materno funciona como a primeira vacina do bebê, já que transfere anticorpos necessários para proteção. No entanto, apesar de todas as vantagens apresentadas, o Brasil não investe no incentivo à amamentação. De acordo com a OMS, o registra investimento de menos de US$ 1 por bebê, quando o recomendado é de US$ 4,70 (clique aqui). Para a consultora internacional em aleitamento materno e responsável médica pelo Banco de Leite do Instituto de Perinatologia da Bahia (Iperba), há uma série de ações de baixo custo que poderiam ser adotadas nesse sentido. "Por exemplo, por que não se investir nos bancos de leite humano? Na Bahia inteira só temos seis bancos de leite, em Salvador são dois. Ao invés de pagar fórmula para bebês de mães com HIV, por exemplo, por que não esses bebês terem direito a ter o leite da própria mãe pasteurizado ou então de um banco de leite?", questionou. Ana explicou que a tecnologia empregada em bancos de leite é extremamente barata e dominada pelo Brasil, usada como exemplo para outros países. A especialista ainda falou sobre as recomendações para mães durante o período de amamentação, uso de medicamentos, desmame e outros benefícios do leite materno.
A OMS apontou hoje que apenas 38,6% dos bebês brasileiros de até 6 meses são alimentados exclusivamente com leite materno. Quais os prejuízos para as crianças que têm outros alimentos introduzidos nesses primeiros meses?
Considerando que a OMS, a Unicef e o Ministério da Saúde consideram o leite materno como padrão ouro de alimentação, qualquer outro leite que for usado em substituição ao leite materno vai fugir desse padrão ouro. As fórmulas que existem no mercado são à base de proteína de uma outra espécie e há uma tentativa de adaptá-las para os seres humanos filhotes, os bebês. É óbvio que essa adequação é muito difícil de ser feita e uma fórmula jamais vai trazer os fatores imunológicos, que só estão presentes realmente no leite fresco da própria espécie. Toda a questão de proteção contra doenças não estará presente na fórmula, enquanto o leite materno funciona como uma vacina para a criança.
Nem mesmo água ou outros alimentos devem ser inseridos?
Não podem porque a quantidade de água que tem no leite materno é enorme, então ela sacia completamente a criança nos seis primeiros meses de vida, sem ter necessidade de acréscimo de nenhum outro líquido, mesmo nos países mais quentes. Sobretudo a porção que sai primeiro do peito é muito rica em água, justamente para saciar a sede da criança.
Há algum tipo de rotina de alimentação para o bebê nesse período?
Eu costumo brincar que o bebê não aceita engolir o relógio. Quando estava na vida intrauterina, ele se alimentava livremente porque estava se alimentando via cordão umbilical, vindo do sangue da mãe. Nos seis primeiros meses deve ser mantida uma livre demanda, ou seja, uma amamentação guiada pelo bebê conforme a necessidade dele. Se o bebê nasceu no tempo certo e é saudável, ele não precisa ser acordado para mamar. No momento que ele acordar e começar a se movimentar é a hora de alimentar o bebê. Não é necessário esperar ele chorar, porque isso é um sinal tardio de fome. Quando está com muita fome, a gente não come bem, porque fica nervoso, pode acabar tendo uma digestão ruim. O ideal é que o bebê seja alimentado antes mesmo de chorar.
A amamentação é indicada até os dois anos de idade, com outros alimentos a partir dos seis meses. Por que é importante continuar após os seis meses?
Está muito claro na literatura internacional que o principal alimento no primeiro ano de vida do bebê é o leite materno. Após os seis meses, ele não é suficiente o bastante para nutrir a criança, então são introduzidos outros alimentos – como cereais, proteína de origem animal e vegetal, frutas e verduras –, mas o leite deve ser mantido como fonte importantíssima de proteína e, sobretudo, de proteção. O leite materno é dose independente no que diz respeito a proteção. Alguns profissionais de saúde até dizem erroneamente que, depois do primeiro ano de vida, o leite materno não tem mais sentido nenhum e que virou água. Isso é pura ignorância. O leite de vaca não vira água, assim como o nosso também não. Quanto mais a criança mama, mais proteção ela vai ter. Mesmo depois dos seis meses, a criança vai receber pelo leite materno muitas proteínas, vitaminas e gordura. A recomendação da OMS é de leite materno exclusivo até os seis meses e com introdução de outros alimentos até os dois anos ou mais. Esse “mais” fica a cargo da mãe decidir com o bebê, porque o desmame também precisa ser uma coisa tranquila e programada. Não pode ser abrupto e também não se deve mentir para a criança que o leite acabou, por exemplo. Deve ser negociado.
Ainda há fatores positivos em continuar a amamentação? Tem alguma indicação para o desmame?
Esse prazo até dois anos foi estabelecido porque é o período em que o bebê é lactente. A partir dos dois anos, ele é um pré-escolar. Assim como as outras espécies não precisam de leite quando adultas, as crianças também não precisam mais de tanto leite. O período que ele precisa de leite para nutrição e manutenção dele é realmente até os dois anos. A partir daí, se quiser eliminar o leite da dieta da criança, isso pode ser suprido com outros alimentos.
Então não há prejuízo em continuar amamentando?
De forma nenhuma. No entanto, existem também as questões emocionais que devem ser trabalhadas. Muitas vezes a mãe não desmama a criança já grande por uma questão dela, não por dificuldade do bebê. Isso deve ser tratado de uma forma individualizada.
Há algum tipo de regime alimentar que a mãe deve seguir para aumentar a produção ou para um leite de maior qualidade?
O componente mais variável do leite é a gordura. Esse é o único componente que a gente pode manipular um pouco. Por exemplo, se o bebê é prematuro e precisa de um leite mais gordo, a gente pode oferecer gordura de boa qualidade para essa mãe, como azeite de oliva, óleo de coco para que ela melhore. Os demais componentes não variam tanto. Mesmo que a mulher seja desnutrida, a natureza vai tirar tudo da mãe para dar ao bebê. Não é necessária nenhuma dieta especial, a mulher apenas precisa se alimentar bem. Ela precisa comer, pelo menos, umas 500 calorias a mais por dia, que é o que ela vai gastar na amamentação.
A maioria das mães quer emagrecer depois do parto. É possível fazer dieta com esse objetivo enquanto se está amamentando?
A mãe que amamenta de livre demanda geralmente perde peso e rapidamente, porque amamentação é uma malhação. As mães às vezes perdem peso rápido até demais quando estão em amamentação exclusiva. O que não faz perder peso é quando acontece a complementação com outros alimentos. Você bloqueia a livre demanda e não tem um gasto energético tão grande.
Há especialistas que afirmam que a amamentação exclusiva funciona como método contraceptivo. Isso é real? Qual a relação entre esses fatores?
Isso é um método chamado de lactacional. Durante o período em que a mãe está amamentando exclusivamente, sem ter horário fixo, são mantidos os níveis de prolactina, que é o hormônio que produz o leite. Até que a mulher não tenha menstruado e esteja em amamentação exclusiva, de livre demanda, ela tem uma boa proteção. Não é um método absolutamente seguro, mas há uma boa proteção.
Há algum problema em manter o uso de pílula contraceptiva ou outros remédios?
Poucas medicações são contraindicadas. Existe um manual do Ministério da Saúde que é publicado no site e é bem útil nesse sentido (veja aqui). Com relação ao contraceptivo especificamente, é necessário usar algum à base apenas de progesterona. Ela não deve usar contraceptivos conjugados, porque o estrógeno baixa a produção de leite.
As substâncias não são levadas para o bebê? A quantidade é muito pequena, não vai prejudicar o bebê. O leite materno funciona como um filtro, então a dosagem que vai passar para a criança é realmente muito pouca. A OMS avaliou como crítico o investimento do Brasil em amamentação, que é de menos de US$ 1 por bebê. Como um valor maior poderia ser investido nessa área?
Eu citaria inúmeras ações e que não são de elevado custo, até porque o leite materno não custa absolutamente nada, a não ser boa vontade, energia, empenho e desejo. Por exemplo, por que não se investir nos bancos de leite humano? Na Bahia inteira só temos seis bancos de leite, em Salvador são dois. Ao invés de pagar fórmula para bebês de mães com HIV, por exemplo, por que não esses bebês terem direito a ter o leite da própria mãe pasteurizado ou então de um banco de leite? São bebês que nascem também imunodeprimidos, então eles não podem receber o leite materno devido à contraindicação. É necessário investir em propaganda e em estímulo para se estudar mais o tema. As pessoas acham que aleitamento é lugar comum e pouco se interessam em estudar. Qualquer dificuldade, por mínima que seja, os próprios profissionais sugerem o desmame. Existe uma cultura de se estudar pouco o aleitamento materno. Sobretudo eu digo, sem medo de estar errada, que os médicos estudam pouco. Precisamos formar mais especialistas nesse assunto. Aquilo que o médico diz ao paciente, ele acredita que está certo, então ele não vai levar a sério se o próprio médico desacredita. É preciso também diminuir a propaganda da indústria, porque é realmente muito pesada. É altamente rentável produzir leite. Para se ter uma ideia, uma criança consome uma lata de leite a cada dois dias e meio. Isso é muito bom para gastar dinheiro. Assim como o governo investe em vacinas, ganharia muito se investisse no aleitamento. Por que não começar a ensinar sobre aleitamento nas escolas primárias, por exemplo? Passar noções de que nós somos mamíferos. Quando você vai no shopping, acha várias bonecas com chupeta e mamadeira. A criança já cresce com essa cultura de que ela deve receber um leite que não é da própria mãe. Isso merece uma ação do governo.
Falando em bancos de leite, há alguma diferença para a criança, com relação principalmente a anticorpos e nutrientes, se ela recebe leite da própria mãe ou de outra mulher?
O leite do banco de leite é pasteurizado. Depois da pasteurização, o leite se torna estéril, o que mata 100% das bactéria patogênicas e 90% das bactérias que são saprófitas. É óbvio que alguns componentes do leite diminuem, sobretudo aqueles de proteção. Ainda assim, esse leite é melhor do que um leite industrializado por ser da mesma espécie. O ideal é que um bebê prematuro, por exemplo, receba leite da mãe dele, que também é prematura. Dessa forma, o leite está adequado para aquela idade. Se a mãe está impossibilitada por algum motivo e ele recebe o leite de uma outra mãe que também teve um bebê prematuro vai ser melhor. O investimento em bancos de leites é necessário, não há nenhuma justificativa para Salvador ter somente dois bancos de leite. A gente já supre com dificuldade as próprias unidades, que são o Iperba e a Maternidade Climério de Oliveira. A gente não tem leite para dar para nenhum lugar. Porém a tecnologia é extremamente barata. O Brasil tem a maior rede de bancos de leite do mundo, nossa tecnologia é mundialmente conhecida pela eficácia e baixo custo. Pessoas de fora vêm fazer tratamento no Rio de Janeiro, na Fiocruz, sobre bancos de leite. O custo operacional de um banco de leite é realmente muito baixo em comparação ao benefício que ele traz.
O leite então se adequa ao desenvolvimento da criança?
Sim, essa também é uma grande vantagem do leite materno. Para os primeiros sete dias do bebê, o primeiro leite é chamado de colostro e é muito rico em proteína e pouco rico em gordura, além de ter muito valor imunológico. Depois vem o leite de transição, que é menos amarelinho e vai de sete a 15 dias, já tem outras características. A partir daí, ele já tem características diferenciadas. Em uma única mamada, a primeira porção do leite é mais cheia de água e depois mais gordurosa. Se uma mãe tem um bebê prematuro, uma das coisas que se pode fazer para ele ganhar peso é desprezar a primeira parte e oferecer a mais gordurosa. Ele vai tomar uma porção menor, mas bastante gorda.
Cardiologista Euvaldo Rosa explica relação entre estresse e infarto
Ouvimos muito dizer que enfermidades podem ser desencadeadas por motivos psicológicos, mas será verdade? Estresse, raiva, medo e depressão podem ocasionar doenças cardiovasculares? A resposta é sim. Situações estressantes levam a produção de adrenalina e corticoides. Tais substâncias geram arritmias, alteração da pressão arterial e aumento do risco de trombose e coagulação sanguínea. Tudo isso é um prato cheio para um infarto ou AVC. Além disso, o estressado geralmente tem um estilo de vida inadequado. A maneira de ele enfrentar o estresse libera hormônios em quantidades inadequadas, o que também pode prejudicar o coração. Tudo fica ainda mais complicado se o indivíduo possuir placas de gorduras nas paredes das artérias. Ao se romperem, as placas podem provocar infarto. E mais: se a pessoa é tabagista, substâncias do cigarro podem danificar os vasos e provocar coagulação sanguínea, que também são um risco de ataque cardíaco. Não é a presença do estresse isoladamente que pode levar a um evento cardiovascular, mas sim a nossa reação a ele. Por exemplo, nós dois podemos estar diante de um evento estressor, seja uma perda familiar, um divórcio ou desemprego. Eu digo que tudo vai depender do enfrentamento, ou seja, como você vai lidar com a situação. Se for possível administrar isso, virar a página, você teve um enfrentamento positivo. Agora se você ficou ressentido, não conseguiu digerir, sofre bastante, você teve um enfrentamento negativo. Leia mais em www.euvaldorosa.com.br
terça-feira, 1 de agosto de 2017
8 razões para banir os refrigerantes da sua vida
São doces e gostosos, mas nada amigos da saúde. Os refrigerantes são uma das bebidas mais apreciadas, mas ao mesmo tempo um dos maiores venenos para a saúde humana. Entre os vários malefícios para a saúde, está um que a ciência aponta como bastante claro: o risco cardíaco. Uma simples lata de refrigerante por dia (o equivalente a 330 mililitros de bebida) é o suficiente para aumentar a probabilidade dos homens terem insuficiência cardíaca. Mas se uma bebida é capaz de afetar o coração, duas são capazes de desenvolver diabetes. O risco de cáries e outros problemas dentários também aumenta com o consumo destas bebidas, recentemente associadas também ao aparecimento de vários tipos de câncer raros. Mas, por que os refrigerantes fazem assim tão mal à saúde? Em primeiro lugar, lê-se no Deporte y Vida, por serem compostos maioritariamente por açúcares, sejam eles naturais, químicos ou adicionados. E uma vez que o açúcar é o ingrediente principal, este tipo de bebida é tudo menos saudável, apresentando calorias vazias (isto é, sem nutrientes) e elevados níveis de compostos artificiais.
Como destaca a publicação, os refrigerantes são apreciados por crianças e adultos pelo simples fato de serem doces e viciantes. Assim que entra no organismo, o açúcar faz com que o nosso cérebro peça ainda mais açúcar e cria-se, assim, um ciclo vicioso de consumo. O risco de obesidade torna-se muito maior, sendo os refrigerantes um dos alimentos que mais contribui para o aumento de peso em todo o mundo. (Noticias ao Minuto)
Dicas do Hospital Incar: Sintomas de sopro no coração
O sopro no coração é um alteração cardíaca muito comum que provoca o surgimento de um som extra durante o batimento cardíaco, o que normalmente indica apenas turbulência na passagem do sangue, sem que exista alguma doença no coração. Neste caso a alteração é conhecida como sopro cardíaco inocente e não necessita de tratamento. De fato, o sopro é tão comum que muitos bebês nascem com essa alteração e se desenvolvem de forma completamente normal, podendo até curar naturalmente durante o processo de crescimento. Dessa forma, muitas pessoas podem nem saber que já tiveram um sopro cardíaco e algumas só descobrem durante exames de rotina, por exemplo. Porém, também existem casos raros em que o sopro pode ser sinal de uma doença cardíaca e, por isso, se o médico achar necessário podem ser feitos vários exames ao coração para confirmar se existe alguma doença que precise ser tratada.
Sintomas que podem indicar doença cardíaca
O único sintoma de crianças ou adultos que possuam um sopro cardíaco benigno é o surgimento do som extra durante a avaliação física feita pelo médico com um estetoscópio. Porém, se surgirem outros sintomas relacionados, o sopro pode ser sinal de alguma doença ou alteração na estrutura do coração. Alguns dos sintomas mais comuns nestes casos são:
Ponta dos dedos, língua e lábios roxos;
Dores no peito;
Tosse frequente;
Tonturas e desmaios;
Cansaço excessivo;
Suor excessivo;
Batimentos do coração mais rápidos que habitual;
Inchaço generalizado no corpo.
Nas crianças, pode surgir ainda falta de apetite, perda de peso e problemas no desenvolvimento, por exemplo.
Assim, sempre que surgir suspeitas de sopro no coração é importante consultar um pediatra, no caso de bebês ou crianças, ou um cardiologista, no caso de adultos, para confirmar o diagnóstico e identificar se existe algum problema cardíaco que precise ser tratado, ou se se trata apenas de um sopro inocente.
Como é feito o tratamento
O sopro no coração, quando é considerado inocente e sem prejuízos para a saúde, não precisa de tratamento e permite ter uma vida sem restrições. Isso geralmente acontece nas crianças que não possuem nenhuma outra doença cardíaca ou em gestantes, sem que isso traga prejuízos à gravidez ou ao feto.
No entanto, quando o sopro no coração é causado por alguma doença, o tratamento pode ser feito através da tomada de medicações e, nos casos mais graves, através de cirurgia para corrigir o problema. Saiba quando a cirurgia deve ser feita. É importante lembrar que outras doenças menos graves, como a anemia, também podem causar sopro no coração. Nesses casos deve-se tratar imediatamente a anemia para que o sopro desapareça. (Tua Saúde)
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