terça-feira, 15 de outubro de 2013

Receita caseira para pele ajuda a combater envelhecimento




Aprenda a fazer um esfoliante com sementes de mamão


Para evitar que a pele envelheça, os tratamentos contra rugas e pés de galinha devem começar a partir dos 25 anos, antes que os primeiros sinais apareçam. Entre os principais cuidados estão a limpeza diária e o uso de produtos específicos. “Limpar a pele todos os dias ajuda muito, mas isso precisa ser acompanhado de um bloqueador solar eficaz, para que realmente a derme fique protegida de todos os agentes externos”, afirma a cosmetóloga Lucienne Souza.


Para completar o tratamento de verdade, ela diz que o uso de um produto anti-idade noturno é ideal. “Essas regrinhas são quase que obrigação para quem quer envelhecer menos”, garante.


Alguns tratamentos caseiros para hidratação e esfoliação da pele também ajudam a mantê-la jovem e bonita.


Máscara caseira para a pele


- Pegue um mamão papaya, retire e separe as sementes. Bata no liquidificador para formar a parte do esfoliante.
- Pegue a polpa do mamão e raspe com uma colher formando uma papinha.
- Misture os dois e passe no rosto com movimentos circulares.
- Deixe a mistura descansar na pele por cinco minutos. Lave normalmente.



Oito benefícios que o sono traz para a sua saúde



Dormir bem pode prevenir obesidade, depressão e até doenças cardíacas


Nada melhor do que chegar em casa depois de um longo dia, dormir profundamente e acordar renovado no dia seguinte. Mas o sono não assume apenas esse papel revigorante - ele tem diversas outras funções essenciais para o nosso organismo. Dormir menos que o recomendado (6 a 8 horas em média) ou acordar diversas vezes durante a noite em decorrência de distúrbios como apneia e insônia pode causar mais malefícios ao organismo do que imaginamos.

A neurologista Rosa Hasan, responsável pelo Laboratório do Sono do Hospital São Luiz, explica que o sono de qualidade ruim desorganiza o metabolismo e prejudica a síntese de alguns hormônios, favorecendo diversas doenças como obesidade e depressão. Por isso listamos todos os benefícios que uma noite bem dormida pode fazer pela sua saúde. Confira: 


Previne a obesidade
Durante o sono nosso organismo produz a leptina, um hormônio capaz de controlar a sensação de saciedade - portanto, pessoas que tem dificuldades para dormir produzem menores quantidades desta substância. "A consequência disso é ingestão exagerada de calorias durante o dia, pois o corpo não se sente satisfeito", explica a neurologista Rosa Hasan. Além disso, o grupo dos insones produzem uma maior quantidade de um outro hormônio, a grelina, uma substância que está relacionada a fome e a redução do gasto de energia.

Outro fator é importante é a perda de gorduras - segundo um estudo feito na Universidade de Chicago, pessoas que dormem de seis a oito horas por dia queimam mais gorduras do que aquelas que dormem pouco ou tem o sono fragmentado. De acordo com o estudo, dormir pouco reduz em 55% a perda de gordura. 


Combate à hipertensão
Um estudo da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, comprovou que um sono profundo e ininterrupto está relacionado a bons níveis de pressão arterial. A neurologista Rosa Hasan explica que a dificuldade em descansar durante a noite é equivalente a um estado de estresse, aumentando a atividade da adrenalina no corpo. "Uma noite mal dormida deixa o organismo em estado de alerta, aumentando a pressão sanguínea durante a noite", explica a especialista. Ela afirma que com o tempo essa alteração na pressão sanguínea se torna permanente, gerando a hipertensão. 


Fortalece a memória
Pressão que conseguem ter uma boa noite de sono absorvem melhor as informações do dia a dia do que aquelas que passam longos períodos sem dormir, diz um estudo feito pela Universidade de Lubeck, na Alemanha. Segundo os pesquisadores, isso acontece porque durante o descanso ocorre a síntese de proteínas responsáveis pelas conexões neurais, aprimorando habilidades como memória e aprendizado.

O especialista em apneia Fausto Ito, membro da Associação Brasileira do Sono, explica que, durante a noite, o cérebro faz uma varredura entre as informações acumuladas, guardando aquilo que considera primordial, descartando o supérfluo e fixando lições que aprendemos ao longo do dia. "Por esse motivo, quem dorme mal, geralmente, sofre para se lembrar de eventos simples, como episódios ocorridos no dia anterior ou nomes de pessoas muito próximas", diz. 


Previne depressão
As chances de a depressão comprometer a qualidade de vida de uma pessoa pode ser menor se ela dormir entre seis e nove horas por dia. É o que indica um estudo feito no Cleveland Clinic Sleep Disorders Center, em Ohio, nos Estados Unidos, que analisou mais de dez mil pessoas.

Os resultados mostraram que pessoas com o sono considerado "normal" - de seis a oito horas por noite - tiveram índices mais altos de qualidade de vida e níveis mais baixos de depressão quando comparados aos que dormiam pouco ou muito. Também foi observado aqueles que dormem menos que seis e mais de nove horas por dia sofrem uma piora na qualidade de vida e índices de depressão mais altos. 


Favorece o desempenho físico
Quando dormimos profundamente e sem interrupções, nosso corpo começa a produzir o hormônio GH, responsável pelo nosso crescimento. Essa substância só começa a ser produzida aproximadamente meia hora após uma pessoa dormir - por conta disso, pessoas que tem o sono fragmentado sofrem dificuldades de sintetizar esse hormônio. "O hormônio do crescimento tem como funções ajudar a manter o tônus muscular, evitar o acúmulo de gordura, melhorar o desempenho físico e combater a osteoporose", explica a endocrinologista Alessandra Rasovski, da Sociedade Brasileira e Endocrinologia e Metabologia. 


Controla o diabetes
Pessoas com diabetes e tem um sono insuficiente desenvolvem uma maior resistência insulínica, tornando o controle da doença mais difícil. É o que afirma um estudo feito pela Northwestern University, dos Estados Unidos. Os pesquisadores monitoraram o sono de pessoas com diabetes por seis noites. Os participantes que tiveram o sono de má qualidade tiveram aumento de 23% nos níveis de glicose no sangue e 48% nos níveis de insulina. Usando esses números para estimar a resistência insulínica do indivíduo, os pesquisadores concluíram que portadores de diabetes que dormem mal tinham 82% mais resistência insulínica que os portadores com sono de qualidade.

De acordo com a endocrinologista Alessandra Rasovski, dormir mal em decorrência de distúrbios do sono não só dificulta o controle da doença como também pode favorecer o aparecimento de diabetes tipo 2. ?É durante o sono que o corpo estabiliza os índices glicêmicos. Quem não tem um sono de qualidade sofre com o descontrole do nível de glicose, podendo desenvolver diabetes?, explica. 


Diminui o risco de doenças cardiovasculares
Uma pesquisa da Warwick Medical School, nos Estados Unidos, mostra que a privação prolongada do sono ou acordar várias vezes durante a noite pode estar relacionado a acidentes vasculares cerebrais, ataques cardíacos e doenças cardiovasculares. Os autores do estudo conduziram uma investigação que acompanhou durante 25 anos mais de 470 mil pessoas em oito países, incluindo Japão, Estados Unidos, Suécia e Reino Unido.

De acordo com os pesquisadores, dormir pouco causa um desequilíbrio na produção de hormônios e substâncias químicas no organismo, condição que aumenta as chances de desenvolver colesterol alto, doenças cardiovasculares e derrames cerebrais. Dormindo cerca de sete horas por noite, você está protegendo a sua saúde futura e reduzindo o risco de desenvolver doenças crônicas. 


Melhora o desempenho no trabalho
Pessoas que tem o sono constantemente interrompido ao longo da noite ou não dormem o suficiente não conseguem atingir os estágios mais profundos do sono, e por isso não descansam de forma adequada.

O especialista em medicina do sono Daniel Inoue, do Hospital Santa Cruz, conta que os principais sintomas sentidos por uma pessoa que não dorme são sonolência diurna, irritabilidade, fadiga, dificuldade para se concentrar ou absorver novas informações e maior facilidade de sofrer graves acidentes de trânsito e trabalho.

"O estresse no trabalho também pode aumentar os comportamentos de risco, como tabagismo e abuso de álcool e drogas, além de desencorajar hábitos saudáveis, como atividade física e a alimentação equilibrada", alerta Daniel.

Exercícios são melhores que remédios para coração e AVC



Os exercícios físicos podem ser tão eficazes - e eventualmente até melhores - do que alguns medicamentos para reduzir o risco de morte em pessoas com derrame cerebral ou doenças cardíacas.


Os pesquisadores da Escola de Medicina de Harvard, da Universidade de Stanford e da Escola de Economia de Londres analisaram centenas de testes que envolveram quase 340 mil pacientes.


O objetivo era comparar o efeito dos exercícios físicos e dos medicamentos em pessoas com problemas no coração, história de acidente vascular cerebral, pré-diabetes e insuficiência cardíaca.


As atividades físicas obtiveram resultados semelhantes aos dos medicamentos para doenças cardíacas.


Já os remédios chamados diuréticos tiveram melhores resultados do que a atividade física no combate às doenças cardíacas.


Os exercícios também são mais eficazes do que os medicamentos no caso das pessoas que tiveram acidente vascular cerebral.


No caso de derrames, as atividades físicas tiveram eficácia superior à dos remédios.


Os cientistas recomendam a realização de mais estudos específicos para avaliar os resultados, dada a escassez de informações sobre o tema.


Defenderam, no entanto, que, as atividades físicas "sejam consideradas uma alternativa viável ou acompanhe o uso dos medicamentos".


Especialistas alertam que isso não significa que as pessoas devam abandonar o uso de remédios, em prol de exercícios. Eles recomendam que ambos sejam usados ao mesmo tempo no tratamento de doenças.


Exercícios para perder barriga em 1 semana






Quem deseja perder barriga em 1 semana deve investir na combinação de exercícios físicos aeróbicos e anaeróbicos, tais como:

Exercícios aeróbicos

Os exercícios aeróbicos mais indicados para perder barriga em 1 semana são:

- Step;
- Jump;
- Correr na rua (subida) ou na esteira;
- Jogar basquete;
- Nadar no estilo peito.


Exercícios para fazer em casa ou na academia

Alguns exemplos de exercícios para fazer em casa ou na academia para perder barriga em 1 semana são:

- Prancha frontal e prancha lateral, o melhor exercício abdominal (imagem 1)
- Ginástica localizada (imagem 2)
- Musculação (imagem 3)




 
Recomenda-se realizar esses exercícios todos os dias, com duração mínima de 1 hora, sendo 30 minutos para os exercícios aeróbicos e 30 minutos para os outros. De preferência, ao realizar as atividades, é bom estar acompanhado (a) de um educador físico, para avaliar suas condições físicas e evitar lesões.

Dicas para perder barriga em 1 semana


As dicas importantes para quem deseja perder barriga em 1 semana são:

- Beber, no mínimo, 2 litros de água ou de chá verde por dia;

- Investir nos alimentos ricos em fibras, tais como frutas, legumes, verduras e grãos;

- Não comer alimentos ricos em carboidratos, tais como arroz, batata, macarrão, pão e bolachas;

- Seguir rigorosamente a dieta;

- Tomar um remédio natural para emagrecer, como o chá de alcachofra. Ele é diurético, depurativo e desintoxicante;

- Tomar 2 iogurtes com lacto bacilos vivos por dia, como o Yakult. Ele irá facilitar o trânsito intestinal, diminuindo a barriga;

- Comer menos sal, optando por ervas aromáticas e temperando saladas com limão, por exemplo;

- Dormir bem. 8 horas por noite garantem o descanso necessário e diminuem o risco de compulsão alimentar no dia seguinte;

- Evitar o acúmulo de gases no sistema digestivo, que faz a barriga ficar inchada. Evite leite e seus derivados e tome um chá digestivo, como o de boldo ou menta, cerca de 30 minutos após o almoço e jantar.

É importante ainda manter o foco e ter persistência, pois não é muito fácil realizar todas essas mudanças no estilo de vida em tão pouco tempo, mas os resultados são promissores.

Dieta para perder barriga em 1 semana


A melhor dieta para se perder barriga em 1 semana é a dieta Dukan, ou dieta da proteína. Apesar de ser muito restritiva, nesta dieta é possível perder até 6 kg, logo na 1ª semana, e perder alguns bons centímetros na cintura.

A dieta é baseada no consumo de alimentos ricos em proteínas, pois eles fornecem poucas calorias, fazendo o corpo gastar toda a gordura acumulada em pouco tempo. Mas, ela não deve ser realizada sem acompanhamento profissional, nem por muito tempo.

Outra opção de dieta mais simples, e também mais saudável, é a dieta da banana. Ela consiste em comer várias bananas por dia, especialmente no café da manhã. Porém, essa dieta também só deve ser utilizada em caso de emergência, e não como um novo estilo de vida.

Para que os resultados se mantenham, será preciso adotar um novo estilo de vida por, no mínimo, 1 ano. Assim, o corpo vai se habituar e as chances de voltar a engordar vão diminuir drasticamente.

Fonte: http://vidaddiva.blogspot.com.br/2013/10/como-perder-barriga-em-1-semana.h

5 maneiras surpreendentes para banir o mau hálito








Assim como ninguém gosta de um chorão, ninguém gosta de mau hálito. É uma poderosa forma de tornar má uma primeira impressão. Mas a boa notícia é que existem formas relativamente simples de cuidar da halitose.


Grande parte do tempo, o mau hálito vem dos gases produzidos por bactérias que se acumulam na boca, nas gengivas, dentes e língua, afirma Jeffrey Spiegel, otorrinolaringologista em Boston. Muitos desses gases contêm enxofre, o que lhes dá o seu cheiro hediondo.


Uma maneira simples e óbvia de tratar isso é escovar os dentes e usar fio dental. Raspadores de língua também podem ser usados na remoção de bactérias na parte de trás da sua língua, aifrma Spiegel em entrevista ao LiveScience. Aqui estão cinco outras formas mais surpreendentes de combater o mau hálito:


Visite o seu dentista


Se você tem mau hálito persistente, não será uma má ideia visitar o seu dentista, afirma Chetan Kaher, dentista em Londres. Uma vez que certos tipos de bactérias se estabelecem nos seus dentes, elas podem formar uma praga que tem de ser removida fisicamente por profissionais, afirma Kaher. 


Estas pragas podem quebrar os dentes, não só causando cáries, mas também criam maus cheiros da respiração, disse ele. A halitose também pode ser causada pelos próprios dentes podres e cáries, por isso é importante descartar essas possibilidades ao visitar o dentista.


Verifique o seu nariz


Outra das principais causas de mau hálito são secreções de mau cheiro das suas passagens nasais. A sinusite, ou a presença de bactérias no seu nariz e cavidades nasais, podem também emitir odores nocivos. Usar uma lavagem nasal salina pode ajudar a aliviar este problema. Mas se o problema continua, é uma boa ideia visitar um especialista do ouvido, nariz e garganta.


Pedras da amígdala?


As amígdalas - que são bolhas de tecido linfático na parte de trás da garganta - não são exatamente suaves e redondas como pensamos. Em vez disso, eles se parecem com ameixas secas, com fendas onde as bactérias se podem acumular.


Ocasionalmente, se micróbios e detritos suficientes ficam presos, eles podem formar pedras da amígdala (ou tonsilolitos). Estes podem ter muito mau cheiro, e podem definitivamente contribuir para a halitose.


As pedras da amígdala podem ser removidas usando um dispositivo chamado Waterpik, que esguicha água pressurizada para as amígdalas. Mas se as amígdalas são grandes o suficiente, e constantemente acumulam pedras, elas podem precisar de ser removidas.


Cuide da sua dieta


Alimentos como alho e cebola podem causar mau hálito, mas não só porque os seus restos se acumulam na sua boca. No caso do alho, por exemplo, o mau hálito pode surgir a partir de produtos químicos de alimentos que são absorvidos pelas células do sangue e expelidos através dos seus pulmões.


Assim, a respiração traz o mau cheiro e não apenas a sua boca. Nesse caso, não há nada que você possa fazer a não ser esperar, mascará-lo com chicletes de menta ou bochechos, ou evitar a comida.


Verifique o seu estômago, vá ao médico


Se nenhuma das opções acima faz com que o mau hálito desaparecesse, ou o mau hálito é um problema persistente, é uma boa ideia visitar o seu médico, afirma Spiegel. Em alguns casos, problemas de estômago podem também causar mau hálito.


A principal forma através da qual o estômago pode causar mau hálito é através de refluxo ácido, uma condição na qual o ácido e outros conteúdos do seu estômago vazam para fora do órgão, para o esófago. Estes problemas podem ser tratados com antiácidos e outros medicamentos.

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quinta-feira, 10 de outubro de 2013

DERRAME CEREBRAL - SAIBA RECONHECER OS SINTOMAS


Para uma vítima do derrame cerebral, a diferença entre a recuperação e a morte ou incapacitação é medida em horas.

Para ser efetivo e evitar o dano cerebral, o tratamento deve ser iniciado até três horas após os sintomas aparecerem, mas o paciente muitas vezes não escuta o tic-tac do relógio e não age de imediato quando o derrame ocorre.

Por desconhecerem os sintomas, as pessoas esperam horas, na esperança de que o desconforto passe e perdem a chance de recuperação. Em media, o derrame mata um terço das vítimas e incapacita outro terço de forma permanente. 

Um derrame cerebral - também conhecido como AVC (Acidente Vascular Cerebral) - é uma interrupção do suprimento de sangue a qualquer parte do cérebro. Isso ocorre quando um vaso sanguíneo é bloqueado por um coágulo (isquemia) ou quando ele se rompe, permitindo vazamento de sangue para o cérebro (hemorragia cerebral). 

A isquemia é o tipo mais comum de derrame. Geralmente resulta de artérias obstruídas, uma condição chamada de aterosclerose. Gordura, colesterol e outras substâncias depositadas nas paredes das artérias formam placas cujo acúmulo, ao longo do tempo, acaba obstruindo a passagem do sangue e provocando a criação de coágulos.

O segundo tipo de derrame, a hemorragia cerebral, ocorre quando pequenos vasos sanguíneos do cérebro se enfraquecem e se rompem.

Existe ainda o AIT (acidente Isquêmico Transitório), também conhecido como "mini-derrame, causado por uma interrupção temporária do fluxo sanguíneo para o cérebro devido a um coágulo de sangue. O AIT tem os mesmos sintomas de um derrame, mas eles são temporários e normalmente não resultam em danos ao cérebro. O AIT indica um risco maior de derrame ou ataque cardíaco, e como tal é um alerta para acompanhamento médico.


FATORES DE RISCO

Alguns dos fatores de risco estão fora de seu controle como ter histórico familiar de derrame, mais de 55 anos, ser do sexo masculino, ter diabetes ou já ter sofrido um derrame, mas existem outros fatores de risco de ordem médica ou relacionados ao estilo de vida, que podem ser controlados ou evitados:

- colesterol alto
- pressão alta
- doenças cardíacas
- diabetes
- fumo
- obesidade
- dieta rica em sal e gorduras
- consumo excessivo de álcool
- falta de exercícios

Alguns medicamentos podem aumentar a probabilidade de coágulos sanguíneos e, consequentemente, os riscos de derrame. Pílulas anticoncepcionais, por exemplo, principalmente em mulheres fumantes com mais de 35 anos.

Os homens têm derrames com maior freqüência do que as mulheres, mas as mulheres estão mais sujeitas a eles durante a gravidez e nas semanas imediatamente subseqüentes ao parto.

CONHEÇA OS SINTOMAS

Os sintomas do derrame dependem da parte do cérebro atingida. Em alguns casos, a pessoa pode nem mesmo perceber que sofreu um derrame.

Os sintomas normalmente aparecem de repente, às vezes de forma episódica (ocorrem e param) ou vão piorando ao longo do tempo, podendo incluir:

- alteração no nível de consciência (sonolência, letargia, perda da consciência)
- dificuldade em engolir
- dificuldade em ler ou escrever
- náusea ou vômitos
- dificuldade repentina em andar, tonturas, perda do equilíbrio ou da coordenação
- fraqueza ou perda repentinas da sensibilidade do rosto, braço ou perna, normalmente em um único lado do corpo
- confusão mental repentina, dificuldade repentina em falar ou entender
- dificuldade repentina de enxergar, com um ou com ambos os olhos
- dor de cabeça repentina e severa, sem causa aparente

Uma forma simples de reconhecer um derrame é seguir os passos conhecidos como SFLL: pedir que a pessoa sorria, que ela fale uma frase simples mas coerente (ex. O dia está ensolarado), que levante ambos os braços e que ponha a língua para fora da boca. Caso a pessoa tenha dificuldades em realizar essas atividades ou você note sinais estranhos (sorriso ou língua torta, incoerência na fala, falta de coordenação ao erguer os braços) procure o serviço médico imediatamente. 
Saber como os sintomas se desenvolveram é importante para o diagnóstico do derrame. Os sintomas podem ser severos desde o início, podem ir se agravando lentamente ou aparecer e sumir ao longo dos dois primeiros dias. Exames podem ajudar o médico a determinar o tipo, localização e causa do derrame e a descartar qualquer outro problema associado aos sintomas.


PREVINA-SE CONTRA O DERRAME

Monitore sua pressão arterial. Se ela for alta, siga o tratamento indicado por seu médico para mantê-la sob controle. 

Descubra se você sofre de fibrilação atrial, um tipo de arritmia cardíaca que pode provocar coágulos e consequentemente um derrame. O médico pode detectar a fibrilação atrial checando a freqüência e o ritmo cardíacos e medindo seu pulso. Se o diagnóstico for confirmado, siga o tratamento recomendado para controle da fibrilação.

Pare de fumar. Fumar duplica o risco de derrames.

Beba com moderação - no máximo 2 doses de álcool por dia.

Controle seu colesterol. Na maioria dos casos, isso pode ser feito através de dietas e exercícios, mas algumas pessoas podem necessitar de medicamentos. Siga atentamente as recomendações de seu médico. 

Controle seu diabetes. Siga as orientações de seu médico com relação a dieta alimentar, estilo de vida e medicamentos para controle da doença.

Faça exercícios diariamente. Pratique uma atividade física - natação, caminhada rápida ou algum tipo de esporte - por 30 minutos no mínimo, a cada dia.

Reduza o consumo de sal e de gorduras, fatores importantes para a pressão alta.

Investigue se tem problemas circulatórios e siga o tratamento indicado. Depósitos de gordura podem bloquear as artérias que transportam sangue para o cérebro.


ESTEJA PREPARADO PARA UMA EMERGÊNCIA

Mantenha o número do Resgate em lugar conhecido e de fácil acesso.

Nem todos os sinais de derrame ocorrem em todos os casos. Não ignore sinais de derrame isolados, mesmo que eles desapareçam.

Anote o horário em que o primeiro sintoma surgiu. Essa informação é extremamente importante para o serviço médico.

Se estiver com outra pessoa, não aceite seu protesto ou sua recusa em ser atendido. É comum as pessoas negarem os sintomas ou atribuírem a eles pouca importância. Procure socorro imediatamente!

Um derrame é uma emergência médica. O tratamento imediato pode salvar sua vida, reduzindo a incidência de sequelas e melhorando suas chances de recuperação.

Fonte: American Stroke Association

Cancro Duro: Doença sexualmente transmissível



Cancro Duro ou Sífilis

É uma doença sexualmente transmissível causada pela bactéria Treponema pallidum.

Como as pessoas pegam sífilis?


A sífilis é transmitida de pessoa para pessoa através do contato direto com a ferida provocada pela doença. As feridas costumam geralmente ocorrer nos genitais externos, vagina, ânus ou reto. Elas também podem aparecer nos lábios e boca. A transmissão do organismo acontece durante o sexo vaginal, anal ou oral. Mulheres grávidas com sífilis podem passar para o bebê. Quando o bebê adquire a doença da mãe ela é chamada de sífilis congênita. A sífilis não é transmitida através do contato com acentos de banheiros, maçaneta de porta, água da piscina, banheira, roupa ou talheres.




Quais são os sintomas da sífilis?


Muitas pessoas infectadas com sífilis não apresentam sintomas por anos, mas ainda assim estão sob o risco de complicações posteriores se não forem tratadas. Embora pareça que a transmissão ocorra através de pessoas com feridas que estão no estágio primário ou secundário, muitas vezes essas feridas não são reconhecidas. Desta forma, muitas vezes a transmissão se dá através de pessoas que não sabem que estão infectadas.
Estágio primário:


O estágio primário da sífilis é geralmente marcado pelo aparecimento de uma única ferida (chamada de cancro), mas também pode haver feridas múltiplas. O período de tempo entre a contração da infecção e os primeiros sintomas pode variar de 10 a 90 dias (a média é 21 dias). O cancro é geralmente firme, redondo, pequeno e sem dor. Ele aparece no local onde a sífilis entrou no corpo. O cancro dura de 3 a 6 semanas e sara sem tratamento. Porém, se o tratamento correto não for administrado, a infecção progride para o estágio secundário.
Estágio secundário:


O estágio secundário é caracterizado por erupções na pele e lesões na membrana mucosa. Esse estágio tipicamente começa com erupções em uma ou mais áreas do corpo. As erupções geralmente não causam coceira e podem aparecer enquanto o cancro está sarando ou várias semanas depois. Algumas vezes as erupções do estágio secundário são tão leves que não são notadas. Além das erupções, os sintomas do estágio secundário da sífilis podem incluir febre, dor na garganta, dor de cabeça, perda de peso, dores musculares e fadiga. Os sintomas do estágio secundário da sífilis sumirão com ou sem tratamento. Porém, sem tratamento a infecção progredirá para o estágio latente mais avançado.

Estágio terciário:


O estágio latente da sífilis começa quando os sintomas secundários desaparecem. Sem tratamento a pessoa continuará a ter sífilis ainda que não apresente sintomas. Nos estágios avançados da sífilis ela pode danificar órgãos internos incluindo cérebro, olhos, nervos, coração, vasos sanguíneos, fígado, ossos e articulações. Esses danos internos podem aparecer muitos anos depois. O sintomas do estágio avançado da sífilis incluem dificuldade de coordenar os movimentos musculares, paralisia, cegueira gradual e demência. Os danos podem ser sérios o suficiente para causar a morte.

Como a sífilis afeta a mulher grávida e seu bebê?


Sífilis congênita: 


A bactéria da sífilis pode infectar o bebê durante a gravidez, quando isso acontece recebe o nome de sífilis congênita. Dependendo da quantidade de tempo que a mulher grávida esteve infectada, ela pode apresentar alto risco de ter um natimorto ou que o bebê morra logo depois do parto. Um bebê com sífilis congênita pode nascer sem os sintomas da doença. Porém, se não for tratado imediatamente, o bebê pode desenvolver sérios problemas em algumas semanas. Bebês sem tratamento podem ter seu desenvolvimento retardado ou morrer.

Qual é a relação entre sífilis e HIV?


As feridas genitais (cancros) causadas pela sífilis tornam mais fácil a transmissão e contágio do HIV. Doenças sexualmente transmissíveis que causam feridas, ulcerações ou rupturas na pele ou membranas mucosas, como a sífilis, quebram barreiras que provêem proteção contra infecções. As ulcerações genitais causadas pela sífilis podem sangrar facilmente, e quando entram em contato com a mucosa oral ou retal durante o sexo elevam o risco de infecção por HIV.



Como é o tratamento para sífilis?


Sífilis é facilmente curável nos primeiros estágios. Uma única injeção intramuscular de penicilina curará a pessoa infectada com sífilis há menos de um ano. Doses adicionais são necessárias para tratar pessoas que têm sífilis há mais de um ano. Para pessoas alérgicas à penicilina há outros antibióticos disponíveis. O tratamento matará a bactéria da sífilis (Treponema Pallidum) e prevenirá danos futuros, porém não reparará os danos já causados.


Pessoas que recebem tratamento para sífilis devem abster-se de contato sexual até que as feridas estejam completamente saradas. Indivíduos com sífilis devem avisar seus parceiros sexuais para que eles possam ser testados e receber tratamento se necessário. Ter sífilis uma vez não protege a pessoa de sofrer a doença de novo.


Como pode ser feita a prevenção da sífilis?


O meio mais seguro de evitar contrair doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, é abster-se de contato sexual ou ter um relacionamento monogâmico de longa duração com um parceiro testado que você sabe não estar infectado.


Doenças que causam ulcerações, como a sífilis, podem acontecer em áreas genitais que podem ou não serem cobertas pelo preservativo de látex. Desta forma, o uso correto e consistente de preservativos apenas reduz o risco de transmissão da sífilis quando cobre toda a área infectada.


Uma vez que o preservativo pode não envolver toda área de infecção, até mesmo o seu uso correto e consistente não garante a prevenção. Preservativos lubrificados com espermicidas não dão mais proteção que os outros preservativos lubrificados.


A transmissão de doenças sexualmente transmissíveis, incluindo sífilis, não pode ser prevenida ao lavar os genitais, urinar ou tomar uma ducha depois da relação sexual. Qualquer corrimento anormal, ferida ou erupção deve ser motivo de interromper as atividades sexuais e procurar um médico imediatamente. (Fonte: www.copacabanrunners.net)