terça-feira, 26 de novembro de 2013

Estudo diz que idosos que se exercitam têm 7 vezes mais chance de envelhecer em forma


Estudo diz que idosos que se exercitam têm 7 vezes mais chance de envelhecer em forma
Foto: Reprodução
Praticar atividade física regular pode triplicar as chances de se envelhecer bem e em forma. A informação foi veiculada nesta terça-feira (26) de acordo com estudo divulgado nesta terça-feira (26) pelo "British Journal of Sports Medicine". Segundo os pesquisadores, que acompanharam por oito anos 3,5 mil pessoas com média de 64 anos, indivíduos que tiveram uma atividade física regular moderada, ou vigorosa, apresentaram sete vezes mais chances do que as pessoas sedentárias de envelhecer em forma. Elas ainda informam que essas possibilidades continuam a se triplicar entre os 10% de ex-sedentários que retomaram os exercícios entre 2002 e 2010, de acordo com o estudo publicado no, editado pelo mesmo grupo do "British Medical Journal" (BMJ). Ao término do intervalo estudado, uma em cada cinco pessoas era considerada "bem de saúde, enquanto quatro em cada dez desenvolveram uma patologia crônica, uma em cada cinco sofria de depressão, ou déficit cognitivo e um terço de uma incapacidade pelo menos parcial". De acordo com os cientistas, alguns fatores tiveram influência no envelhecimento, como o cigarro, o álcool, o estado civil, ou os recursos financeiros. mesmo que não haja consenso sobre o tema, foi avaliado que o "envelhecimento em forma" pode ser definido como a ausência de doença crônica, de déficit cognitivo "importante", ou de "limitação importante" das capacidades físicas, assim como gozar de boa saúde mental. Informações da AFP.

Saiba mais sobre reconstrução mamária após câncer


Saiba mais sobre reconstrução mamária após câncer
Uma das opções para a mulher de reabilitação após a retirada das mamas causada pelo câncer é a reconstrução mamária. A cirurgiã plástica Eliane Hwang, da Unidade de Tratamento de Queimaduras do Hospital São Paulo (Unifesp), do Hospital São Cristóvão e do Hospital Heliópolis, em São Paulo, explica que a operação pode ser feita, a depender do caso, no momento da mastectomia. “Quando possível, é a melhor opção, pois devolve o volume da mama imediatamente, sem que a paciente tenha que ficar sem o órgão por um tempo. Pode-se utilizar prótese de silicone – método mais comum – ou um retalho (seguimento com pele e gordura) da barriga ou das costas”, diz. De acordo com a médica, é possível usar expansores de tecidos, que são como próteses de silicone vazias que ganham projeção com soro fisiológico e, depois que a pele for expandida, troca-se por uma prótese de silicone. Hwang afirma que o uso da prótese é indicada quando o mamilo, a aréola e a pele são preservados. Já nos casos em que ocorre retirada de pele e  aréola é necessário repor a pele do local, que é recrutada da barriga, das costas ou mesmo de áreas próximas às mamas. “Porém, cada caso deve ser avaliado individualmente, inclusive a necessidade de quimioterapia e radioterapia que pode mudar totalmente a conduta cirúrgica”, alerta. A cirurgiã fala que a cirurgia de reconstrução tem os mesmos riscos comuns a todo processo cirúrgico, associado à possibilidade de hérnias nos casos em que for utilizado o retalho da barriga. A cirurgia, de acordo com a médica, é contraindicada em casos avançados de câncer, sem possibilidade de cura da doença e com prognóstico ruim ou comorbidades. Os cuidados dependem do tipo de cirurgia, mas todas necessitam de repouso por 15 dias. Pode ainda ser necessário o uso de drenos, malhas compressivas e curativos especiais. “É muito importante que a paciente seja avaliada pelo cirurgião plástico que, juntamente com o mastologista e a paciente, decidirão pela melhor opção de tratamento e cura da doença. É importante ressaltar que a cura da doença é sempre mais importante do que a reconstrução”, avalia.

sábado, 2 de novembro de 2013

Sete formas de reduzir o consumo de cafeína no dia a dia



Quando a substância prejudica seu corpo, a melhor pedida é reduzir doses.

Café, chá preto, chá verde, chá mate e chocolate têm em comum a presença de cafeína, uma substância antioxidante com efeito estimulante. E para a nossa sorte, esse componente traz diversos benefícios para a nossa saúde, como acelerar o ganho de massa muscular, ajudar a prevenir depressão e até a conservar a memória. Mas qual a dose certa da substância? De acordo com os especialistas, a quantidade máxima recomendada por dia é de 300 a 400mg de cafeína, equivalentes a três ou quatro xícaras médias de café coado. Entretanto, pessoas que ingerem quantidades acima da recomendada, mas não sentem os efeitos do excesso de cafeína no corpo – como tremedeira, dores de cabeça e insônia – pouco precisam se importar em extrapolar esses níveis. “Isso porque a cafeína não traz grandes malefícios ao nosso organismo além de interferir na absorção do cálcio, mas isso só se ela for consumida junto com uma fonte do nutriente”, explica o nutrólogo José Alves Lara Neto, da Associação Brasileira de Nutrologia. O especialista explica que as pessoas têm níveis diferentes de tolerância à cafeína, e que a iniciativa de moderar ou não o consumo deve ser uma escolha pessoal, seja pelos sintomas ou por espontânea vontade. Se você acha que está exagerando no consumo e que isso prejudica seu rendimento de alguma forma, siga essas dicas para diminuir os níveis de cafeína da dieta sem precisar corta o cafezinho:

Reduza de forma gradual

Não adianta cortar toda a cafeína do cardápio da noite para o dia e achar que vai dar certo, principalmente para quem já criou uma dependência. “Isso só irá deixar a pessoa com sintomas de abstinência, podendo inclusive interferir em seu rendimento no trabalho, a deixando mais desatenta e estressada”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia. Fora que a cafeína é uma substância benéfica para a saúde e não precisa ser deixada de lado, salvo com orientação. Mas se você exagera, experimente tirar a substância ao poucos e estabelecer um objetivo – se a meta e passar de 20 xícaras para 10 por dia, vá reduzindo uma por dia que no final você provavelmente nem irá sentir tanta falta

Troque pela versão coada

A diferença na quantidade de cafeína de um para o outro pode ser pequena (75 a 120 mg no normal e 75 a 170 mg para o expresso em porções de 100 ml), mas na prática a redução é maior do que aparenta. Para uma pessoa que bebe, em média, cinco xícaras de café expresso com 170 mg de cafeína a porção, no final do dia ela terá ingerido 850 mg de cafeína só com a bebida. Se ela optar por uma versão coada com 120 mg de cafeína a porção, seu consumo cai para 600 mg por dia. Resumindo: dar uma chance ao café mais fraquinho ajuda a manter o hábito e deixa a tremedeira longe. “Quem gosta do café expresso ou só tem essa versão disponível para beber no dia a dia pode aumentar a quantidade de água do copo, reduzindo o consumo de cafeína”, explica o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia.

Dê uma chance ao descafeinado

Enquanto 100 ml de café normal tem, em média, de 75 a 120 mg de cafeína, o descafeinado tem entre 1 mg e 100 mg da substância, afirma o nutrólogo José. Obviamente que o preço a se pagar está no sabor – a versão com menos cafeína não tem exatamente o mesmo gosto de um café coado, mas não deixa de ser uma opção para quem procura reduzir o consumo. Uma dica pode ser tomar o café normal quando o benefício da cafeína pode ser aproveitado, como para manter a concentração ou acordar melhor de manhã, e passar para o descafeinado em outros momentos do dia. “É importante não trocar todo o café do dia pelo descafeinado de uma vez, sob o risco de ter uma abstinência”, explica o nutrólogo Roberto.

Dê uma chance ao descafeinado

Enquanto 100 ml de café normal tem, em média, de 75 a 120 mg de cafeína, o descafeinado tem entre 1 mg e 100 mg da substância, afirma o nutrólogo José. Obviamente que o preço a se pagar está no sabor ? a versão com menos cafeína não tem exatamente o mesmo gosto de um café coado, mas não deixa de ser uma opção para quem procura reduzir o consumo. Uma dica pode ser tomar o café normal quando o benefício da cafeína pode ser aproveitado, como para manter a concentração ou acordar melhor de manhã, e passar para o descafeinado em outros momentos do dia. ?É importante não trocar todo o café do dia pelo descafeinado de uma vez, sob o risco de ter uma abstinência?, explica o nutrólogo Roberto.

Misture com outras coisas

Mate com leite, café com chocolate, um cappuccino… Essas e outras opções reduzem o consumo de cafeína sem retirar a substância por completo da dieta – com um bônus de variar o cardápio e explorar novos sabores. A lógica aqui é muito simples: pense que ao tomar 200 ml de mate com leite em vez de apenas a erva, sendo uma proporção equivalente entre as duas bebidas, você já reduziu a cafeína daquele copo pela metade. “Busque combinações de sua preferência e faça as contas no final do dia”, diz o nutrólogo Roberto. Mas vale lembrar que a cafeína prejudica a absorção de cálcio no organismo. Quem é fã da famosa dupla café com leite, fonte do mineral, precisa necessariamente buscar outras fontes de cálcio na alimentação.

Estude os rótulos

Ao pensar em cafeína logo nos lembramos do café ou mesmo dos chás, mas eles não são as únicas fontes desse nutriente em nosso prato. “Refrigerantes à base de cola, chocolate e energéticos são outros alimentos ricos na substância, mesmo que em menores quantidades”, afirma o nutrólogo José. Ele afirma que o último é uma ameaça maior, por conter além da cafeína outras substâncias que não são benéficas para o organismo, principalmente se consumidas acompanhadas de bebidas alcoólicas. A dupla energético e álcool provoca aumento da adrenalina, palpitações, suor e, dependendo da quantidade ingerida, desidratação. “Entre os refrigerantes à base de cola, a versão diet é que tem mais cafeína (46 mg por lata, contra 36-40 do normal)”, diz o especialista.

Alterne com bebidas sem cafeína

Uma boa pedida para quem está pensando em reduzir o consumo é ingerir bebidas sem cafeína no lugar da xícara de café ou do chá. Claro que não é necessário cortar 100% dessas bebidas da dieta, mas trocar oito xícaras por cinco mais três copos de água ou suco ajuda não só a reduzir a cafeína, como também a aumentar a ingestão de líquidos do dia.

Redação: ISTO É NOTÍCIA
Fonte de Informação: Dicas de Saúde

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Pioneirismo: Bahia vai receber projeto Minha Casa, Minha Vida Sustentável


Com o objetivo de discutir novos projetos e o andamento das construções do Minha Casa, Minha Vida na Bahia, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Cícero Monteiro, recebeu a secretária Nacional de Habitação do Ministério das Cidades, Inês Magalhães. A reunião contou também com a participação da secretária de Desenvolvimento Social e Combate a Pobreza, Moema Gramacho, da superintendente de Habitação da SEDUR, Eleonora Mascia, e do presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Bahia, José Lúcio Machado. Dando prosseguimento ao MCMC, considerado um dos maiores programas de habitação do mundo, o Ministério das Cidades estuda a implantação do projeto MCMV Sustentável. “Nós temos sempre a preocupação de aprimorar o programa e estamos nos abrindo ainda mais para a agenda da sustentabilidade, então nós estamos fazendo um conjunto de ações nesse sentido e o Governo da Bahia vai ser um parceiro”, afirmou a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães.Cooperação técnica - O secretário de Desenvolvimento Urbano da Bahia, Cícero Monteiro, sugeriu a assinatura de um convênio de cooperação técnica entre a Sedur, a Conder, o Ministério das Cidades e a concessionária dos serviços de energia, além de viabilizar a doação do poligonal para o Fundo de Arrendamento Residencial (FAR). “Nós podemos mandar o projeto para a assembléia para darmos encaminhamento ao processo, uma vez que o terreno está sob a guarda da Conder”, afirmou o secretário.  
 
O projeto foi criado pelo Ministério das Cidades que, em parceria com o governo baiano, irá fazer a implantação na Bahia. “A ideia é que o Estado entre como parceiro e possa contribuir com a cessão da área pro desenvolvimento do projeto, como todo o acompanhamento do processo, seleção das famílias, projeto social e urbanística, pra que a gente possa incorporar essas novas tecnologias e aplicar em larga escala nos projetos de habitação de interesse social”, explicou a superintendente de Habitação da SEDUR.
 
Marca histórica - “Nós estamos neste momento do ‘Minha Casa, Minha Vida’ atingindo quase os 3 milhões de contratação nas suas duas etapas, o que é um marco histórico no país pela representatividade que o programa tem hoje no enfrentamento da questão habitacional”, afirma Inês Magalhães, que está na Bahia desde quinta-feira, 24, quando participou do encontro técnico da Associação Brasileira de Cohabs e Agentes Públicos de Habitação e do Fórum Nacional de Secretários de Habitação e Desenvolvimento Urbano (FNSHDU).  Investimento social – A secretária estadual de Desenvolvimento Social e Combate à Pobreza, Moema Gramacho, falou sobre a integração que o governo estadual tem feito do programa Vida Melhor – estadual – com o programa Minha Casa, Minha Vida. “Nós estamos trabalhando o contexto da sustentabilidade do ponto de vista da geração de emprego e renda, da inclusão produtiva, com o programa Vida Melhor associados a esse programa sustentável, permitindo que as pessoas tenham acesso a um centro comercial, uma cozinha ou um centro industrial”, explicou Moema. 

Cientistas criam primeiro mapa de resistência humana ao vírus HIV


Vírus do HIVUm grupo de pesquisadores suíços elaborou o primeiro mapa de resistência humana ao vírus da Aids, que mostra a forma como o corpo luta naturalmente contra a doença, o que poderá permitir a criação de tratamentos personalizados. 

Cientistas da Escola Politécnica de Lausanne e do Hospital Universitário do Cantão de Vaud, na Suíça, publicaram nesta terça-fera (29) os resultados do estudo conjunto sobre a doença na revista científica eLife.

Por meio do estudo, os cientistas verificaram mutações genéticas específicas e puderam reconhecer as variações registradas em algumas pessoas mais resistentes ao vírus e em outras mais vulneráveis, informação que poderá ser utilizada na criação de tratamentos individualizados.

Com a ajuda de um computador potente, os investigadores cruzaram mais de 3 mil mutações no genoma humano do vírus com mais de 6 milhões de variações do genoma de 1.071 pessoas soropositivas.
Um dos investigadores, Jacques Fellay, disse que o corpo humano desenvolve sempre estratégias de defesa contra o HIV mas, infelizmente, o “genoma do vírus muda rapidamente devido a milhões de mutações por dia”, o que dificulta a tarefa de lutar contra ele.

De acordo com os autores do estudo, o trabalho permitiu uma visão mais completa dos genes humanos e da resistência imunológica ao vírus, o que poderá gerar novas terapias inspiradas nas defesas genéticas naturais do corpo humano.

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Cirurgia inédita na Bahia é feita em bebê ainda na placenta



Uma cirurgia considerada inédita na Bahia ajudou a salvar a vida de um bebê ainda no útero. O Ex-utero Intrapartus Treatment (exit), como o procedimento é conhecido, é recomendado para cirurgias de bebês que apresentam problemas respiratórios ainda ligados à placenta, ou seja, antes mesmo do nascimento. A operação, realizada no Hospital Santo Amaro no último dia 20 de outubro, foi indicada para um bebê diagnosticado no pré-natal com chest high airway occlusion syndrome (chaos), uma espécie de síndrome congênita rara que provoca a oclusão da traqueia e que se não for tratada, depois do corte do cordão umbilical, causa a morte da criança. O cirurgia foi iniciada com abertura na traqueia do bebê e finalizada com o parto. Entre obstetras, anestesistas, neonatologistas, cirurgiões toráxicos e enfermeiros, 18 profissionais participaram da operação, que foi considerada um sucesso. Embora programada com antecedência, o procedimento precisou ser feito com emergência, porque a bolsa se rompeu com 37 semanas de gestação, duas antes do esperado. Informações do A Tarde.

quinta-feira, 24 de outubro de 2013

A Quantidade De Açúcar Nos Alimentos Que Você Consome







O açúcar contido nos alimentos é certamente uma substância indispensável para que o nosso corpo desempenhe suas funcionalidades normais, afinal, ele é fonte de energia pura. Contudo, é sabido que em determinados alimentos, a quantidade de açúcar é demasiadamente alta e isso pode acabar comprometendo a saúde de quem os consome.


Veja: